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Eng. Marco Aurélio Caminha Junior

Nome na Cédula: MARCO AURÉLIO CAMINHA JUNIOR

CURRÍCULO

Marco Aurélio Caminha Junior é Engenheiro Mecânico, pós-graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho (CREA-RS 156.429), com trajetória reconhecida no setor produtivo e no Sistema Confea/Crea e Mútua. Sua atuação combina excelência técnica de campo, vivência institucional consolidada e compromisso permanente com a valorização dos profissionais gaúchos. 

Como especialista em transporte vertical — atuando em auditoria técnica, inspeção, projeto, instalação, manutenção e modernização de elevadores — assina parte do acervo técnico de algumas das obras de maior porte e complexidade do Rio Grande do Sul. Entre elas, os dois maiores estádios do estado e empreendimentos que abrigam os elevadores mais velozes e de maior capacidade já entregues em território gaúcho. À frente da EOS – Engenharia Otimizada de Serviços, atende construtoras, condomínios, empresas multinacionais e órgãos públicos, em ambientes que exigem rastreabilidade técnica e segurança jurídica, incluindo processos submetidos a Tribunais de Contas. 

No Sistema Confea/Crea e Mútua, acumula mais de uma década de participação ativa: foi conselheiro do CREA-RS em sucessivos mandatos, coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Mecânica e Metalúrgica (2019–2020), presidente da Abemec-RS (2018–2020), conselheiro da Sergs (2023) e vice-presidente do CREA-RS (2022), integrando a gestão que mais avançou em modernização e agilidade no atendimento aos profissionais e às entidades de classe do estado. 

À frente de entidades, conduziu pessoalmente captação de patrocínios e articulação de chamamentos públicos para viabilizar eventos técnicos e formativos. Conhece, na prática, o desafio que associações e sindicatos enfrentam para manterem-se ativos — vivência que se converte, agora, em proposta de gestão. 

Sua marca é direta: desburocratizar com responsabilidade, fazer acontecer dentro da lei e no tempo que o profissional precisa, e levar a tecnologia para o centro do atendimento da Mútua. 

• APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS 

Nossa candidatura parte de uma constatação que não pode mais ser ignorada: o Rio Grande do Sul reúne cerca de noventa mil profissionais registrados no CREA-RS, e apenas uma fração mantém-se associada à Mútua. Esse desencontro indica que a instituição precisa olhar para fora, escutar os colegas e os representantes de classe e reconstruir sua agenda a partir do que o profissional gaúcho realmente demanda. Por isso, em lugar de apresentar dezenas de iniciativas pulverizadas, optamos por um programa enxuto, focado e executável — com metas claras e acompanhamento público. 

Mútua que Escuta — o eixo que orienta toda a gestão. Para que cada novo benefício, produto ou ação alcance o profissional certo, vamos consolidar um programa permanente de escuta ativa, com rodadas regionais em todas as inspetorias, mesas de diálogo com entidades de classe, sindicatos, associações estudantis e empresas, somadas a canais digitais estruturados para receber e responder demandas. Cada ciclo de escuta gerará um relatório público com compromissos e prazos. Não basta oferecer benefícios — é preciso oferecer os benefícios certos, definidos com a participação de quem está na ponta. 

Modernização tecnológica e desburocratização inteligente. A vivência institucional acumulada nos permitirá dar continuidade e aprofundar a modernização da Mútua. Vamos revisar fluxos, eliminar etapas redundantes, ampliar a análise digital de pedidos, simplificar exigências documentais e encurtar prazos de resposta — sem abrir mão da legalidade e do rigor técnico que protegem o associado. A meta é objetiva: o profissional precisa perceber, no atendimento, que a Mútua trabalha no seu ritmo. 

Apoio efetivo às entidades de classe. Quem já presidiu uma entidade sabe o esforço diário para mantê-la viva. Vamos estruturar um programa permanente de apoio a associações, sindicatos e núcleos estudantis, com previsibilidade orçamentária para eventos técnicos, suporte na captação de patrocínios, capacitação de gestores associativos e estímulo à integração entre entidades de todo o Estado. Entidade forte significa profissional representado, valorizado e mais próximo da Mútua. 

Segurança, qualificação e responsabilidade técnica. A formação em Engenharia de Segurança do Trabalho orienta um compromisso firme com a valorização técnica do profissional gaúcho: ampliação de bolsas e parcerias para cursos, especializações, certificações em segurança e novas competências exigidas pelo mercado, com atenção especial a recém-formados, mulheres profissionais e profissionais em transição de carreira. 

Mútua presente em todo o Rio Grande do Sul. Vamos intensificar o atendimento itinerante, levando a Mútua às universidades, às obras, às feiras técnicas e às regiões mais distantes dos grandes centros. O profissional do interior precisa receber o mesmo nível de agilidade, atenção e benefício que o profissional da capital — e isso só acontece com presença real, não apenas institucional. 

Transparência e prestação de contas como prática diária. A gestão será aberta: relatórios periódicos, indicadores públicos, calendário acessível de reuniões e canais diretos com os conselheiros estaduais. Quem confia recursos à Mútua tem o direito de saber, com clareza, como cada decisão é tomada e quais resultados estão sendo entregues. 

Esta eleição é uma oportunidade para que cada profissional do Rio Grande do Sul ajude a definir o ciclo seguinte da Mútua: uma instituição ainda mais próxima, ágil e conectada com a realidade de quem faz a Engenharia, a Agronomia e as Geociências em nosso estado. Conto com seu voto para construirmos, juntos, uma Mútua que escuta o profissional, que valoriza as entidades de classe, que age com agilidade dentro do rigor legal e que faz jus à grandeza da engenharia gaúcha. 

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