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Em todas as obras e serviços que exigem a habilitação de profissionais do Sistema Confea/Crea, está o CREA-RS, em sua rotina diária dentro das 44 Inspetorias. 

Desde o início do ano, já foram fiscalizados cerca de 25 mil empreendimentos, em obras civis, como parque de flores, ETEs, elevadores, silos, armazenagem de grãos, licitações, manutenção e inspeção predial, postos de gasolina, frigoríficos, montagem de estrutura de eventos, Expointer, duplicação de rodovias, etc.    

As fiscalizações estão sendo mais intensivas e direcionadas em empreendimentos específicos, porém buscando sempre a multidisciplinaridade. O foco da fiscalização está sendo em proteger o bem maior que é a vida, combatendo o exercício ilegal.

Operação Spartacus II com o Exército 

Créditos: Arquivo CREA-RS 

CREA-RS faz parte da Operação Spartacus II, que ocorre em todo o Estado, comandada pelo Exército Brasileiro, por intermédio do seu Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados (SFPC), juntamente com outras 30 unidades militares. O objetivo da operação é o gerenciamento de todo o ciclo de vida de produtos controlados pelos militares, como empresas que usam explosivos, produtos químicos controlados, realizam detonação e comercializam armas e munições. Por parte do CREA-RS são verificados os registros das empresas e as responsabilidades técnicas por controle de explosivos, plano de fogo para detonações e área de segurança do trabalho. 

Içamento do Laçador 

Içamento do Laçador

A fiscalização do CREA-RS verificou a responsabilidade técnica de atividades

que exigem profissional com habilitação.

Créditos: Arquivo CREA-RS 

Um dos símbolos de Porto Alegre, o Laçador, foi transportado para outro lugar para ser recuperado. A estátua, que está em uma estrutura na Avenida dos Estados, ao lado do Aeroporto Salgado Filho, foi colocada em uma gaiola especial que foi preparada para o transporte e também contou com o suporte de um guindaste para finalizar a quebra da base. 

Na ocasião, a fiscalização verificou a responsabilidade técnica de atividades que exigem profissional com habilitação e registro no CREA-RS, como o içamento da estátua do Laçador. Foram solicitadas, via Termo de Requisição de Documentos e Providências (TRDPs), as ARTs referentes ao içamento e plano de movimentação de carga; montagem e desmontagem de andaimes; e projeto e execução de restauração.

 

As empresas regularizaram e atenderam às demandas solicitadas pelo CREA-RS. 

Estaleiro de Rio Grande 

Com o objetivo de verificar a presença de profissionais habilitados e com registro no CREA-RS em atividades que exigem a responsabilidade técnica de empregados que ocupam cargos cuja a exigência seja a formação superior nas áreas da Engenharia, Geologia, Geografia e Meteorologia, o agente fiscal Flavio Medeiros Prado visitou as obras no Estaleiro de Rio Grande

Créditos: Arquivo CREA-RS 

CREA-RS fiscaliza as obras do projeto de expansão do complexo industrial da Taurus Armas em São Leopoldo 

Eng. Fábio, inspetor-chefe de São Leopoldo, acompanha equipe de fiscalização.

Créditos: Arquivo CREA-RS 

A Taurus, empresa que se destaca na fabricação de armas, está ampliando o seu parque fabril no município de São Leopoldo. Com o objetivo de verificação da responsabilidade técnica nos serviços que exijam profissionais do Sistema Confea/Crea, no dia 27 de setembro, a agente fiscal Raquel Fortes e a chefe do Núcleo Operacional da Fiscalização do Conselho, Alessandra Borges, visitaram as obras de expansão da fábrica no município. 

Obra de ampliação da Todeschini recebe fiscalização do CREA-RS 

São 31,8 hectares de ampliação fabril e 3,0 hectares de Centro de Distribuição (CD). Créditos: Arquivo CREA-RS 

No início de setembro, o agente fiscal Homero Lopes visitou as obras de ampliação do Complexo Fabril da empresa Todeschini S.A, em Bento Gonçalves. São 31,8 hectares de ampliação fabril e 3,0 hectares de Centro de Distribuição (CD). 

Foi verificada a responsabilidade técnica dos serviços que exigem a participação de profissionais do Sistema Confea/Crea, como obras civis de reforma e ampliação de pavilhão industrial com área de aproximadamente 24 mil metros quadrados, serviços em estrutura metálica para o pavilhão, obras em terraplanagem, serviços de desmonte de rochas com uso de explosivos, construção de galerias para escoamento de água pluvial, serviços na área de segurança do trabalho, como áreas de vivência, instalação de contêiner e instalações elétricas provisórias. 

CREA-RS fiscaliza CGH de João do Passo, em Panambi 

A fiscalização está focada no exercício profissional. Créditos: Arquivo CREA-RS 

Com o objetivo de verificar a Anotação de Responsabilidade Técnica e o contrato de prestação de serviços com pessoa jurídica, comprovando a participação da atividade técnica da obra da Central Geradora Hidrelétrica João do Passo, o agente fiscal Everaldo João Daronco, sob a supervisão de Gustavo Vaz, visitou as obras em julho. 

A fiscalização está focada no exercício profissional de forma a assegurar a prestação de serviços técnicos e a execução de obras com participação de profissional habilitado e observância de princípios éticos, econômicos, tecnológicos e ambientais compatíveis com as necessidades da sociedade. 

Atendendo ao TAC, CREA-RS participa de ação no frigorífico JBS 

Equipe de fiscalização do Conselho no JBS. Créditos: Arquivo CREA-RS 

Com o objetivo de verificar o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) do Ministério Público do Trabalho, equipes do CREA-RS e do Cerest-RS visitaram o Frigorífico JBS, em Garibaldi, em setembro.  

De acordo com Alessandra Borges, chefe do Núcleo Operacional da Fiscalização do Conselho, a ação visa verificar a adequação da conduta da empresa à legislação de regência das relações de trabalho com relação à segurança e saúde do trabalhador. "O CREA-RS verifica as empresas e os profissionais técnicos envolvidos nas adequações solicitadas no Termo e todas as partes que envolvem a Engenharia, tanto na área de segurança do trabalho, quanto na manutenção de máquinas e equipamentos", relatou, esclarecendo que será feito um relatório para ser entregue ao MPT com os itens verificados.  

Obra de duplicação da BR 386, trecho entre Marques de Souza e Lajeado recebe fiscalização 

Dia 5 de outubro a agente fiscal da Inspetoria de Canoas Raquel Rodrigues esteve em ação fiscalizatória nas obras de duplicação da BR 386, no trecho entre Marques de Souza e Lajeado, onde foi recebida pelo Engenheiro Civil Gabriel Lemos Zanatta e pelo gerente de contratos José Alberto Bethonico, funcionários da Eurovias. Este é o primeiro trecho da obra que terá 20,3 quilômetros de extensão. Ao todo, serão duplicados 165,9 quilômetros da rodovia entre as cidades gaúchas de Carazinho e Canoas. 

Créditos: Arquivo CREA-RS 

Edificações comerciais e residenciais em Camaquã são foco de blitz de fiscalização 

Condomínios residenciais e comerciais dos municípios abrangidos pela Inspetoria de Camaquã foram o foco da Blitz de fiscalização do Conselho, realizada entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro. A ação visou verificar as responsabilidades técnicas em obras e serviços de manutenção preventiva e periódica estruturais das instalações elétricas, hidráulicas, tubulações de gás, elevadores e PPCI. Sob a orientação do supervisor de Fiscalização Pedro Ost, participaram da ação os agentes fiscais Ilson Rozalino Garim e Silva e José Castro Pinto.

Fiscalização do CREA-RS em licitações é tema de encontro na Prefeitura de Pelotas 

O supervisor de fiscalização do CREA-RS Gustavo Vaz esclarece sobre licitação. 

Créditos: Arquivo CREA-RS 

Em setembro, ocorreu uma reunião entre representantes da Prefeitura de Pelotas, Paulo Trajano Burk Santos Melo e Ricardo Decker, também membro da Comissão Multimodal da Inspetoria de Pelotas

De acordo com o supervisor de Fiscalização do CREA-RS, Gustavo Vaz, a reunião ocorreu a pedido da Prefeitura para esclarecimentos sobre as TRDPs solicitadas para o executivo municipal referentes às licitações, como projeto, orçamento e fiscalização. “Deixamos cerca 80 TRDPs de serviços. O encontro serviu para esclarecer sobre os documentos que deveriam ser entregues”, informou. 

CREA-RS intensifica a fiscalização em construção civil da região de Santa Maria 

Sob a supervisão de Pedro Ost, entre os dias 13 e 17 de setembro, uma equipe de quatro agentes fiscais do CREA-RS participou de Programa Intensivo de Fiscalização (PIF) nas regiões de abrangência das Inspetorias de Santa Maria, voltadas à área de construção civil. Na ação foi verificado a presença de empresas e profissionais legalmente habilitados, os registros da ART e placa de identificação dos profissionais nas obras de edificações novas, reformas, demolições e infraestrutura urbana.

Créditos: Arquivo CREA-RS 

Obras do Mátria Parque de Flores são fiscalizadas pelo CREA-RS 

A partir de novembro, o Rio Grande do Sul, mais especificamente São Francisco de Paula, na Serra, ganhará um parque dedicado às flores, com investimento de R$ 25 milhões.  

O Mátria Parque de Flores está em frente à ERS-235 – Km 68 da rodovia que liga São Francisco à Canela.  Com as obras em andamento, a fiscalização esteve mais uma vez no local. No dia 31 de agosto, o agente fiscal Homero Lopes e a chefe do Núcleo Operacional do CREA-RS, Alessandra Borges, acompanhados do Eng. Químico Carlos Eduardo Canani, inspetor-chefe de Canela/Gramado, conheceram o projeto. 

Com o objetivo de verificar a responsabilização técnica de atividades e serviços que exigem a atribuição de profissionais no empreendimento, a equipe foi recebida pelo Engenheiro Civil Jeferson Mossi da Silva e pelo Engenheiro Agrônomo Maicon Possamai Velho, responsáveis pela implantação dos ambientes.

CONFIRA ABAIXO A ENTREVISTA COM OS PROFISSIONAIS SOBRE O EMPREENDIMENTO QUE VAI SURPREENDER OS VISITANTES DA SERRA GAÚCHA 

Qual é o papel da Engenharia em um projeto como o do Parque das Flores, que une arte e conhecimento?

 

Engenheiro Civil Jeferson Mossi da Silva –  A Engenharia está presente em todos os elementos construídos, tanto o arquitetônico quanto o paisagístico. A Engenharia visa sempre a interação harmônica, respeitando todas as normas técnicas. Executamos o projeto buscando a excelência, com muito comprometimento, fazendo uso de ferramentas específicas para obter o melhor resultado, respeitando o relevo, a conservação de solo, as áreas de preservação permanente e os estudos para inserção de plantas nativas e exóticas na execução do projeto paisagístico.  

Na construção civil, prezamos por produtos com certificação que apresentem padrões de qualidade e com procedência para obter um excelente resultado, visando a complexidade das obras com características curva, côncava, convexa e concreto aparente. 

Como foram criados os ambientes? 

Engenheiro Agrônomo Maicon Possamai Velho –  Após diversos encontros entre proprietários e os escritórios de arquitetura e paisagismo responsáveis pela criação do projeto, foi realizado um escopo inicial. Feito isso, iniciamos o estudo topográfico da área e a demarcação de canteiros, obras e caminhos usando ferramentas de alta precisão como estação total e RTK. Após toda a compatibilização, iniciou-se a fase de implantação de obras civis e paisagísticas. 

Como a Engenharia contribuiu para promover a interação das pessoas com a natureza? 

Engenheiro Civil Jeferson Mossi da Silva –  A Engenharia encontra soluções para que as pessoas tenham maior acesso ao ambiente natural. Usamos conhecimento técnico para manter o respeito à fauna e à flora. No projeto que executamos, nada pode sobrepor a paisagem local, garantindo o menor impacto das obras civis na perspectiva visual das pessoas.  

Os caminhos desenhados entre os jardins respeitam a topografia e também direcionam as pessoas para uma maior aproximação com a mata, com segurança. Isso faz com que a interação humano/natureza seja promovida pela Engenharia. Além disso, a utilização de grande parte de plantas nativas faz com que as pessoas não se sintam em um ambiente urbano, mesmo com obras de grande porte. 

  

Quais foram os principais desafios em um projeto como este? 

Engenheiro Agrônomo Maicon Possamai Velho –  O principal desafio foi trazer um projeto que traduzia um sonho para a realidade, fazendo com que todos os traços e cálculos em um papel fossem executados de forma harmônica, sem deixar de levar em consideração todos os pré-requisitos fundamentais para segurança e preservação e fazendo com que o projeto se torne real com a mínima descaracterização, tanto no paisagismo quanto nas obras arquitetônicas. 

  

O que as pessoas podem esperar de um Parque como o Mátria Parque de Flores? 

Engenheiro Civil Jeferson Mossi da Silva –  As pessoas vão encontrar um ambiente combinado entre paisagismo e arquitetura contemporânea com um baixo impacto na natureza. Vão poder usufruir de uma estrutura completa de lazer contemplativo, recreativo, esportivo, cultural e aquisitivo. 

  

Quais os elementos que foram levados em conta para incluir flores e frutas? 

Engenheiro Agrônomo Maicon Possamai Velho –  As flores são o grande atrativo do parque. O projeto leva em conta principalmente as cores, o clima serrano e a harmonia entre as espécies. A escolha por árvores frutíferas quer proporcionar ainda mais interação com a natureza. A ideia é trazer ao visitante a experiência de poder colher uma fruta diretamente do pé.  

  

Neste caso, como o conhecimento de espécies foi importante para um projeto que combinasse espécies vegetais ornamentais com as que oferecem sombra e frutas? 

  

Engenheiro Agrônomo Maicon Possamai Velho –  O projeto desenvolvido no Mátria passou por revisões bibliográficas onde se estudou muito as espécies nativas. O objetivo foi saber quais as que melhor se adaptaram à região e poderiam se tornar parte das plantas ornamentais, oferecendo sombra, flores e frutas. O conhecimento das centenas de espécies já plantadas continua em nosso dia a dia no parque e será um aprendizado constante. 

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