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Coordenadoria defende GT sobre atividade de manejo florestal

Atualizado: Set 30

A Coordenadoria Nacional de Câmaras Especializadas de Engenharia Florestal (CCEEF) promoveu, no dia 11 de setembro, sua segunda reunião ordinária, a primeira realizada de forma virtual.


Com a presença do Conselheiro Federal Eng. Agr. Annibal Margon, os grupos de trabalhos internos apresentaram propostas. Entre elas, a do coordenador nacional Guilherme Reisdorfer, representante do CREA-RS, que propôs a criação de um grupo de trabalho, no Confea, para a defesa da atividade de manejo florestal, em decorrência dos desafios que estão sendo enfrentados para seu exercício no País. Em seu primeiro dia, a reunião contou ainda com a participação da engenheira eletricista Fabyola Resende, gerente de Relacionamentos Institucionais do Confea.


Segundo Reisdorfer, a realização da plenária exigiu o ajuste da metodologia de atuação da CCEEF “para que os assuntos já venham formatados pelos grupos de trabalho de cada item, apenas para discussão e deliberação”. Apesar da redução de tempo da reunião, ele acredita que o grupo atingiu o que havia sido estabelecido. “Este novo formato está sendo um aprendizado.”


Guilherme destacou a proposta de criação de um grupo de trabalho no Confea para a discussão dos dispositivos infralegais dos órgãos ambientais, relativos ao manejo florestal. “A gente vê essa proposta como muito importante para a Engenharia Florestal. Percebemos uma espécie de criminalização, que confunde desmatamento ilegal com a atividade do manejo florestal.” Para Guilherme Reisdorfer, os Engenheiros que atuam nessa área estão incomodados por uma visão distorcida do que é o manejo. “É uma atividade importante para o País e a melhor forma para que a região amazônica possa conciliar o aproveitamento econômico com a conservação da floresta, por meio da atuação do Eng. Florestal”, complementa.


De acordo com o conselheiro federal, Annibal Margon, haverá a solicitação de informações complementares, junto aos Creas, para buscar a melhor forma de o GT apresentar as atribuições do manejo florestal. “É uma antiga reinvindicação dos Engenheiros Florestais que enfrentam problemas de invasão de atribuições, sobretudo com os biólogos. A Comissão Temática de Harmonização Interconselhos também deverá se manifestar quanto a isso”, informou. Margon também apontou a importância da discussão, junto aos Conselhos, de diretrizes para a ampliação da fiscalização em empreendimentos que demandam serviços de Engenharia Florestal com o objetivo de proteger a vida.


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