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MATÉRIA DE CAPA

POR QUE O PLC N. 39/2020 É UM RETROCESSO?

Perdas materiais podem ser reparadas, mas vidas são irreparáveis e não têm preço. Sim, vivemos em um mundo de riscos e imprevistos. Mas muitos dos cenários que se transformaram em repetidas tragédias não se fizeram por conta própria |  LEIA MAIS

PALAVRA DA PRESIDENTE

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PALAVRA DA PRESIDENTE   

O QUE QUEREMOS PARA AS NOSSAS PROFISSÕES?

Este questionamento move os meus passos a cada dia à frente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Sul (CREA-RS) |  LEIA MAIS

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ENTREVISTA     

O primeiro brasileiro a receber o Prêmio de Diplomacia científica e especialista em impactos das mudanças climáticas na Amazônia  |  LEIA MAIS

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Cylon!

Excelente artigo.

Parabéns

👏👏👏👏

 


Excelente o artigo!

Baita leitura! O desfecho foi fantástico:

“Aqui jaz a competente Engenharia brasileira, que teve uma tentativa de vida qualificada e foi destruída pela força da contratação pelo menor preço e do tabelamento de valores sem critérios minimamente consistentes. ”



Edercley

Parabéns, Cylon, baita artigo, pena que vai ser ignorado por quem devia ler e reler, mas tudo bem, água mole em pedra dura… 👏👏👏👏

 

Só se rebolar e falar besteirol, nos dias de hoje



Ricardo Alberto Marcotti

Sensacional. Estamos no caminho certo, só nos falta "likes, joinhas e redes sociais".

Antonio José de Oliveira de Lima
Engenheiro Civil

 

Ao Ilm.º Senhor Engenheiro Civil Cylon Rosa Neto, Coordenador do Fórum de Infraestrutura, Vice-presidente do Sicepot-RS, concordando plenamente contigo, porém vou complementar com algumas observações:


1) Na área privada a competitividade baixa e desleal faz com que a grande parte das empresas, ME e EPP, não sobrevivam uma década. O custo Brasil, aliado à má qualificação dos profissionais e a quantidade exacerbada de "penduricalhos", complementam os maiores gargalos para as Engenharias. Se pudéssemos contratar por hora efetivamente trabalhada, o profissional receberia e produziria mais. Isto já acontece no mundo, entre as nações desenvolvidas e em desenvolvimento.
2) Na área pública, nós profissionais das Engenharias, somos os que menos mandam, dirigem ou redigem assuntos afetos às nossas habilitações. Tudo, digo com toda experiência, tudo, tem mais dedo de advogados, administradores, contadores e o ordenadores de despesas (este último é somatório das profissões anteriores). Dizem o que é e como é o serviço a ser responsabilizado ao profissional de Engenharia. A "draconiana" Lei nº 8666/93 e sua filha atual Lei nº 14133/2021, são provas de que os profissionais de Engenharia não participaram das suas concepções. Criamos e recriamos estes filhotes de Frankenstein, que nada tem de Engenharias e nós somos obrigados a trabalhar nelas.

3) O Pregão veio, ficou e não vai embora, com o amparo dos órgãos de fiscalização e controle das licitações, que permitem um "leilão" incessante nos preços, mas determinam que ninguém pode esquecer que a legislação trabalhista exige salários e benefícios mínimos instituídos por leis, que os impostos federal, estaduais e municipais, são pré-definidos. Então, o que se abaixa demasiadamente é a qualidade do material, que não se pode exigir a marca para acabar com os grandes cartéis.

4) E isto não aconteceu entre o pôr e o nascer do sol, foram décadas, vide os intervalos das Leis citadas, quase três décadas. Mas o que poderia nos salvar, ou melhor, nos ter salvo? O Conselho profissional, que virou um trampolim para a política, vagas em estatais, fundações, autarquias e demais órgãos públicos, cargos de vereadores, deputados e até governadores, fez com que nosso representante não quisesse se indispor com os legisladores e gestores públicos, pondo-lhe os dedos nas feridas abertas, pútridas e purulentas. Aceitando o inaceitável e admitindo o inadmissível, também pela farta participação na verba pública, com repasses bem suculentos.
Se apegaram em um tal SMP (Salário Mínimo profissional), que inexiste no Brasil, pois no meio privado, já se oficializou ou PJ e não o registro do profissional de Engenharia como tal e sim como gerente, coordenador, etc... e sem registro no CREA-RS, se a empresa tem 15 Profissionais de Engenharias, só o sócio-proprietário ou majoritário é detentor do registro. Já no meio público, criou-se com lei próprias a figura do analista, especialista e outras denominações, que exigem o registro para o concurso público e a nomeação no cargo, mas depois, nos anos seguintes, não se exige a manutenção, pois a Lei é assim.

 


Assim o CREA-RS faliu, morreu e perdeu a credibilidade do profissional e do cidadão que deveria nos ter como parceiros e não como custos. Faliu e nasceu o CAU, CFT, ..... e estes embriões carregaram os genes da matriz, com seus vícios e feridas, já nasceram com cânceres malignos e também tendem a morrer ou, melhor, não morrem, mas se tornam zumbis. Existem, mas não fazem nada a não ser sugar o néctar de seus pares.


Agradeço a oportunidade e se achar conveniente pode publicar e repostar.

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